Falso intermediário: você vê o carro e ainda pode cair no golpe
O carro existe e o dono também. No golpe do falso intermediário, o criminoso controla a conversa para desviar o pagamento. Veja o que conferir antes de negociar.
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Como reconhecer mensagens, páginas e arquivos usados para roubar dados.
O carro existe e o dono também. No golpe do falso intermediário, o criminoso controla a conversa para desviar o pagamento. Veja o que conferir antes de negociar.
Ler artigoVocê reclama de uma compra e aparece alguém “do atendimento” no chat, no WhatsApp ou nas redes. O objetivo não é ajudar — é roubar seus dados ou seu Pix.
Ler artigoFotos boas, preço abaixo do mercado e pressa para fechar. O imóvel nem sempre existe — e o sinal some junto com o suposto proprietário.
Ler artigoAntes de ligar, o golpista já pesquisou seu perfil. Nome dos filhos, banco, rotina — tudo que está público vira munição para engenharia social.
Ler artigoCPF, nome e telefone em vazamento é o começo — não o fim. Golpistas usam esses dados para phishing, empréstimos falsos e furto de identidade. Veja o que fazer.
Ler artigoMensagem pedindo taxa para liberar encomenda ou regularizar CNH. O site parece oficial. O link não é. Acesse sempre pelo endereço que você mesmo digita.
Ler artigoSites fraudulentos pagam para aparecer antes das lojas de verdade. Parecem profissionais, mas o produto nunca chega — ou chega falsificado.
Ler artigoMensagens urgentes e páginas parecidas com as verdadeiras são usadas para roubar senhas e dados bancários.
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